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“E sabe, tenho medo de cair na rotina. Aquela coisa ordinária de acordar, envelhecer a alma a cada segundo que passa e voltar a dormir com aquele arrependimento de não ter sentido pelo menos um frio na barriga. Me atormenta o pensamento de que a vida passou e eu só quis que ela voltasse.
Em 10/05/2012 às 9:35 am | 1944 notes
“Sem tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em lugares onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte… Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.
Em 10/05/2012 às 9:32 am | 1184 notes
Em 10/05/2012 às 9:28 am | 2334 notes
Em 10/05/2012 às 9:26 am | 24565 notes

Deixo as pegadas ficarem em mim como se tivessem sido feitas no concreto que secava. Meu coração, porém, não é de ferro e nem de concreto, apesar de ter aprendido a endurecer muitas dores. Ele é agitado, inquieto, ofegante, necessitado, metade preenchido, outra metade vazio. Ele é um pobre coitado nuns dias e um assassino em outros. O que habita o coração, carrego praticamente nos ombros.

Você sabe, às vezes temos que desocupar espaços, limpar a área para utilizar melhor, ou apenas por limpar mesmo. Como se faz isso se as pegadas que citei no início foram feitas no concreto? Ele secou. Mesmo que eu coloque mais por cima e retoque, ali embaixo, quase invisível, ainda está o que antes estava. É isso: a gente vive sobrepondo as coisas. O concreto quebra, sim, mas nesse caso, cada vez que o concreto quebrar, eu sentirei as rachaduras.


Em 10/05/2012 às 9:05 am | 81 notes
Em 10/05/2012 às 8:52 am | 221 notes
“Eu não sei o que fazer, por favor, chame o carro, me tire daqui, me leve pra ver o pôr-do-sol, diga que vai ficar tudo bem. Eu preciso ver coisas bonitas, eu preciso sentir coisas bonitas, eu preciso não viver mais dentro desse planeta arrasado pela guerra e pelo cheiro de carniça.
Em 10/05/2012 às 8:50 am | 463 notes
“Às vezes odeio esta vida, estas paredes, essas caminhadas de casa para a aula, da aula para casa, esses diálogos vazios.
Em 10/05/2012 às 8:49 am | 22690 notes
Em 10/05/2012 às 8:48 am | 45885 notes
Em 10/05/2012 às 8:48 am | 556025 notes
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